Sergipe registra alta nos casos de síndrome respiratória aguda grave, segundo boletim da Fiocruz

Vírus SARS-CoV-2 Reprodução Sergipe está entre os estados que registraram aumento de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), segundo dados do B...

Sergipe registra alta nos casos de síndrome respiratória aguda grave, segundo boletim da Fiocruz
Sergipe registra alta nos casos de síndrome respiratória aguda grave, segundo boletim da Fiocruz (Foto: Reprodução)

Vírus SARS-CoV-2 Reprodução Sergipe está entre os estados que registraram aumento de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), segundo dados do Boletim InfoGripe da Fiocruz, referentes à semana epidemiológica 8, no período de 22 a 28 de fevereiro. Segundo o boletim, este cenário vem sendo impulsionado principalmente pelo aumento do número de hospitalizações por rinovírus em crianças e adolescentes de 2 a 14 anos, pelo vírus sincicial respiratório (VSR) nas crianças menores de 2 anos e por influenza A na população de jovens, adultos e idosos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 SE no WhatsApp O boletim informa ainda que, com exceção de Roraima, Tocantins, Espírito Santo e Rio Grande do Sul, todos os estados do país sinalizaram crescimento no número de casos de SRAG. Entre eles, dez estão com nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco: Acre, Amazonas, Pará, Amapá, Rondônia, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Maranhão e Sergipe. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Dados epidemiológicos Em 2026 já foram notificados 14.370 casos de SRAG, sendo 5.029 (35%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 6.193 (43,1%) negativos e ao menos 2.073 (14,4%) aguardando resultado laboratorial. Já em Sergipe, segundo dados da Secretaria do Estado da Saúde (SES), entre 4 de janeiro e 28 de fevereiro de 2026, houve 332 casos de SRAG e 5 óbitos. Dos óbitos, 3 são crianças ou adolescentes. Quanto aos casos positivos do ano deste ano, observou-se 20% de influenza A, 1,7% de influenza B, 13,6% de vírus sincicial respiratório, 40% de rinovírus, e 17% de Sars-CoV-2.